A melhor maneira de saber o que você gosta é, sem surpresa, experimentando. Transforme suas noites em aventuras de vinho: organize degustações com amigos (cada um traz uma garrafa e pronto!), participe de workshops de degustação em adegas ou bares de vinho ou simplesmente ouse experimentar novas garrafas quando fizer compras. Experimente vinhos de diferentes regiões, variedades de uvas e safras. Quem sabe você não se apaixona por um Malbec argentino ou um Barolo italiano sem precisar fazer as malas.
Confie nos seus sentimentos: o seu paladar é quem manda – Não dê ouvidos demais aos puristas ou esnobes do vinho que lhe dirão que este vinho é “obrigatório” ou que outro é “muito comum”. Se você gosta de vinho com cheiro de morango amassado com um toque de alcaçuz, a escolha é do seu paladar! O vinho é uma questão pessoal, quase íntima. Não se deixe intimidar por discursos complicados. Confie nos seus sentimentos, naquele pequeno arrepio que percorre sua espinha quando você realmente gosta de um vinho. Afinal, é você quem bebe, não o crítico gastronômico local.
Aprenda o básico da degustação: o ritual do vinho tinto – Para entender melhor o que você gosta, pode ser útil conhecer os princípios básicos da degustação. Não é necessário fazer um curso intensivo, mas alguns conceitos podem enriquecer sua experiência:
O olho : Observe a aparência do vinho, sua cor, sua clareza. Um vinho jovem terá uma tonalidade diferente de um vinho mais velho. Isso pode lhe dar pistas sobre o que esperar.
O nariz : Antes de mergulhar o nariz no copo (cuidado para não se acidentar), sinta os aromas que emergem. Tente identificar os aromas: frutas, flores, especiarias, madeiras, etc. É como um jogo de adivinhação, mas com vinho.
Paladar : Tome um gole e deixe o vinho invadir seu paladar. Sinta os sabores, a textura, o equilíbrio entre acidez, taninos, álcool. É hora de saborear.